Amigo corno. Contarei uma história interessante que aconteceu uns anos atrás por um bom tempo comigo. Não sei se seu corno como você mas desconfio que seja. Mulheres... Morava num prédio em botafogo, na cobertura. nenhuma cobertura de rico, por favor. O prédio era comercial e residencial com uma galeria no térreo. Ele é grande com várias entradas. Tem um estacionamento 24 horas. Lá, vários comércios sendo que um deles era de um amigo que não via há mais de década. Ele e sua esposa montaram uma lanchonete e logo reaquecemos aquela antiga amizade. Como contador, mesmo eles tendo um, ajudava dando algumas dicas por fora quando tinham alguma dúvida. Tudo indo bem pacas ! Todos nós, na faixa dos 50 anos. Eu e Omar na com 58 anos. Suzana com 55 anos. Suzana é um tesão de mulher. Boazuda ! Bunda grande com a morena sua esposa. Coxas maravilhosas. Ajudava ir sempre 'a ginástica'. Muito simpática também. Loira de olhos bem vivos ! Notei que ela ficava , digamos, meio incomodada quando me via. Sou alto, mulato para negro. Bem dotado que, uma mulher observadora e experiente nota facilmente. Omar é calvo, de estatura mediana, gordinho, falante, simpático também. Ótimo comerciante. Competente. Já são avós. Omar é flamenguista roxo. De acompanhar o time. E isto tem uma grande importância no relato.
Estava no supermercado próximo de casa quando vejo Suzana fazendo compras também. Fui cumprimentá-la. Passamos a conversar sobre os preços da coisa. Fui casado e estava divorciado há 2 anos naquela época. Ela notou no meu carrinho de compras, um pacote de rabadas. Disse que escolhi bem, com gordura mas pouca. Falei que tentaria fazer no outro dia, um sábado. Suzana disse que tinha uma receita maravilhosa de rabada que me passaria. Agradeci e disse, sem maldade alguma:" Você não sabe há quanto tempo não como uma bela rabada...". Ela riu me olhou nos olhos. Aquele olhar de Diana, a Caçadora. Aí, a maldade surgiu e uma outra verdade disse:"... as duas. Uma bela rabada e um boa e grande rabada...". Ela ficou me olhando e o sorrisinho de quanto de boca apareceu.
Fomos para o caixa. Ela na frente, eu olhando aquela 'bela rabada' redondamente maravilhosa que carregava atrás. Antes de passar as compras virou-se e disse:" Omar está fora a semana toda. Foi com os amigos para Lima, Peru, ver a final da Libertadores. E ficou esperando um pouco a minha reação. "Raba com uma linguiça calabresa combina ?", perguntei bem perto do ouvido dela, o direito. Sorriu. Quando ela passou as compras e as pagou, a coragem se fez. " Passa o pacote de rabada que eu vou fazer e mando alguém entregar no seu apartamento amanhã", falou me olhando nos olhos, séria.... Passei primeiro a rabada. Ela se foi sorrindo e olhando para mim levando o carrinho até o carro dela. Notei até uma pequena mudança de postura no andar. Um trottoir...
Amigo corno. Já tenho idade suficiente para dizer o que acho bem próxima da verdade. Sexo anal, mulheres rabudas, como a sua, com a idade, adoram fazer ! Sexo anal é tão safado, tão 'proibido', tão pecaminoso que até homens gostam de dar, não é ? Eu e, acredito, você, somos os comedores. Nós também gostamos de ver a putaria. Um outro comedor comendo a esposa. Se te contar que até alguns filhos gostam de ver certas mães rabudas levando uns grossos e cabeçudos no rabo... E não do pai deles, não ! Tem sobrinho que enraba tia... Até irmã leva de irmão. Madrasta safada, nem preciso escrever, já escrevendo. Se levar na bunda começa cedo, quanto mais velha for a mulher mais ela necessita continuar dando. As que cuidam da bunda, já dão dica que são chegadas. Diria que a conta é assim. No começo, de dez mulheres, duas não dão por nada. Seis dão, sim, mas duas não gostam, duas fazem por sacanagem mesmo e duas gostam de dar e gozam de vez em quando. As que amam dar são especiais. Até pedem ! A conta muda quando mais velhas. Digamos, a partir dos cinquenta anos. Lobas. De dez, duas continuarão não dando o cuzinho. Oito darão e seis pedirão para meter nas suas bundas. Daí precisarem ter belas e ostentosas rabetas. A bunda da sua esposa é maravilhosa. Tomara continue do jeito que é pois escrevo do futuro. É um monumento à deusa Calipígia.
Estava nervoso. O celular tinha dela mas não queria deixar marcado nada. Nem ela ligava. Duas da tarde e nada. De repente, toca o interfone. " Dona Sueli está subindo, seu Bira ", disse o Arlindo, porteiro amigo que tento de todas as maneiras trata-lo com carinho mas me olha torto. Inveja. recebo muitas mulheres em casa. As pessoas não tem ideia de como um homem solteiro e cinquentão, indo prá cima, se sair para "caçar", direito, consegue de mulheres. Mulheres casadas, então... Quando abro a porta era a Suzanna, de cabelos de loiros e um baita óculos escuros no rosto. Ela, de manhã, fora ao cabeleireiro. "Ir até a casa de um homem que mora no mesmo prédio onde trabalho, não poderia vir morena. Na segunda eu volto lá e troco para morena de novo. Digo que não gostei... E ainda querendo dar duas rabadas pro macho...", disse segurando o meu pau. Juntou a fome com a vontade de ser comida. " O Omar não me penetra no rabo há mais de dois anos... sinto falta de um caralho no meu cú. Aquele dorzinha inicial, depois uma macho empurrando o pênis, rasgando. Depois, aquele entra e sai e a fome do comedor. Parece que na bunda os machos ficam mais maldosos, perversos... me dá muito tesão..."
Ela foi para o sofá, e, algo que nunca tinha visto, sem preliminares, se pôs de quatro e pediu:" fode o meu rabo, Bira ! Rasga o meu cú, seu filho da puta ! Feio do caralho grande"! Estava fumando, olhei aquele cuzão aberto, calcinha colocada de lado por ela mesma. Ela queria uma curra... "Espera aí que vai ser na moda antiga. Vaselina, piranha...". Na sala mesmo, numa cômoda, na gaveta de baixo, a faxineira deixa um monte de lustra móvel inclusive uma vaselina. Sólida. Velhos tempos. Ela, safada, sorriu ! Só o cheiro deixou o meu pau um ferro ! Passei no pau e fui.
A penetração foi devagar e ela sentiu pedindo calma. Não queria ser calmo, não. Estava na seca há meses. Janaína fora a última a dar o rabo para mim. Uns 6 meses antes de ver metade do meu pau dentro daquela bunda maravilhosa da Suzana. Ela segurava o tronco impedindo de continuar a penetração." Tá com medo, vagabunda ? Uma pau grosso, veiúdo, de 22 centímetros. Deixa entrar todo que aí eu descanso dentro do seu cuzinho apertado para você curtir a vara. Acolhe o meu amiguinho, mulher...O meu amigo não alargou o túnel, não ? Deixa comigo...", dito isto, ela começou a soltar o monstro. Fui rasgando, apertado, muito apertado, mas aí que eu gosto. Todo dentro, cumpri a promessa. Parei. Fiquei pulsando dentro e ela começou a gemer como uma gata. " Que sensação boa... Tá doendo mas tô morrendo de tesão... Vai, Bira, meu macho". Comecei a socar fraco e fui aumentando a potência. Num momento, estava levando no rabo com força, meu cajado fazendo estrago. " Suzana, você é mulher para dupla penetração. Dois machos dentro de você. Serei teu cafetão ! Você é puta. Não sei como o Omar não viu isto...". Depois disso, ela gozou forte. Precisei tampar a boca dela. Senti, parado, a boceta dela pulsando. Aí quem não aguentou fui eu. Esporrei para caralho dentro daquele rabo
Ainda deu para dar mais uma. Levei-a para a mesa da sala. Deitei-a lá. Abri as pernas dela e fodi só a boceta, de pé. Um mulherão. Perguntei se queria na boca ou na boceta. Ela preferiu levar a vagina. Fomos almoçar e aí ela perguntou sobre o que tinha falado. Sobre ela ser mulher de dupla penetração. E se realmente eu queria cafetina-la. " Sim. E não. Foi no momento. Deixa-la mas excitada. Imaginar sendo comida por dois machos. Dois paus. Controle total seu. Um, você vendo o rosto dele. o outro atrás , metendo a pimenta no teu rabo. Pelo espelho, você veria tudo. Tua grande bunda indo e voltando comigo, feio e selvagem, te enrabando. Geralmente o outro fica mais parado. Você é que remexe encima dele sentido o mastro dele. Sentir dois caralhos roçando dentro de você... Que eu posso te dizer que mulher que topa DP não tem volta. No caso, mulheres como você. Poucas se traumatizam. Te cafetinar, repito, só sacanagem mesmo. Tenho grana. Vocês tem grana. Se quiser ser prostituta e eu cafetão, só se você tiver vontade da experiência. Eu sei onde encontrar um monte de macho que pagariam para te comer. Não seria aqui no Rio de Janeiro, não. " Mas teria outro jeito ? Como encontrar dois machos para me comerem...","... porra, Suzana. Se eu descer, agora, acho dois machos só tirando uma foto sua e mostrando para eles. Só subir aqui e eu fico só olhando. Quem sabe, após uma rabada deliciosa dessa, eu ainda encontro forças para dar de mamar para você enquanto a DP rola ! Só que não. Você tem responsabilidade. O Omar. Seus filhos e netos. Puta você é mas precisa continuar uma vovó gostosa. Só gostosa".
Aí surgiu um plano. Omar é um torcedor doente pelo time de coração. Viaja sempre para acompanhá-lo. Nestas vezes que ele viajar, acharia um lugar bacana, alugaria um lugar bacana. Quando Suzana estivesse disposta, seria o marido dela. Sim. Fantasias. Acharia, em cidades próximas, os comedores. Geralmente, rapazes. Achei dois em Cachoeira de Macacu. Armei com eles, sabendo que o Omar passaria sexta, sábado e a tarde de domingo em Curitiba. Sexta, pesquisei. Dois caipiras. Aluguei um carro para este final de semana. Sábado, a tardinha, levei Suzana. O Omar, quando com os amigos, ele não telefona. Sábado à noite, estavam eles na farra em Curitiba. Das 7 da noite de sábado até 4 da manhã de domingo, Suzana levou surras de picas ! Os rapazes fizeram um serviço completo ! Fome, muita fome. Insaciáveis ! Virou fêmea de verdade. Na terceira trepada cansaram. Aí eu fui lá e comi a Suzana. O 'corno' ficou com vontade. Estava descansando. Bebemos cachaça também. Abri as pernas dela e meti. Ela se segurou em mim. Safada! Tomou porra na cara para deixar de ser puta. Feliz estava. É isso, amigo corno. Que sua mulher tenha a felicidade que Suzana teve por anos. Pegue uns bem feios. Com pirocas grandes ! E, você, se for manso mesmo. Que aprecie as trepadas dela com outros machos. Ela, agora, está mais calma. Enjoou e quer ficar com a família. Está correta. Omar nunca soube graças a sua grande paixão futebolística. Suzana pede segredo e eu conto aqui, num lugar perdido da blogsfera.
Amigo corno. Contarei uma história interessante que aconteceu uns anos atrás por um bom tempo comigo. Não sei se seu corno como você mas desconfio que seja. Mulheres... Morava num prédio em botafogo, na cobertura. nenhuma cobertura de rico, por favor. O prédio era comercial e residencial com uma galeria no térreo. Ele é grande com várias entradas. Tem um estacionamento 24 horas. Lá, vários comércios sendo que um deles era de um amigo que não via há mais de década. Ele e sua esposa montaram uma lanchonete e logo reaquecemos aquela antiga amizade. Como contador, mesmo eles tendo um, ajudava dando algumas dicas por fora quando tinham alguma dúvida. Tudo indo bem pacas ! Todos nós, na faixa dos 50 anos. Eu e Omar na com 58 anos. Suzana com 55 anos. Suzana é um tesão de mulher. Boazuda ! Bunda grande com a morena sua esposa. Coxas maravilhosas. Ajudava ir sempre 'a ginástica'. Muito simpática também. Loira de olhos bem vivos ! Notei que ela ficava , digamos, meio incomodada quando me via. Sou alto, mulato para negro. Bem dotado que, uma mulher observadora e experiente nota facilmente. Omar é calvo, de estatura mediana, gordinho, falante, simpático também. Ótimo comerciante. Competente. Já são avós. Omar é flamenguista roxo. De acompanhar o time. E isto tem uma grande importância no relato.
ResponderExcluirEstava no supermercado próximo de casa quando vejo Suzana fazendo compras também. Fui cumprimentá-la. Passamos a conversar sobre os preços da coisa. Fui casado e estava divorciado há 2 anos naquela época. Ela notou no meu carrinho de compras, um pacote de rabadas. Disse que escolhi bem, com gordura mas pouca. Falei que tentaria fazer no outro dia, um sábado. Suzana disse que tinha uma receita maravilhosa de rabada que me passaria. Agradeci e disse, sem maldade alguma:" Você não sabe há quanto tempo não como uma bela rabada...". Ela riu me olhou nos olhos. Aquele olhar de Diana, a Caçadora. Aí, a maldade surgiu e uma outra verdade disse:"... as duas. Uma bela rabada e um boa e grande rabada...". Ela ficou me olhando e o sorrisinho de quanto de boca apareceu.
ResponderExcluirhttps://www.tumbex.com/macsims.tumblr/post/662303034623361024
Fomos para o caixa. Ela na frente, eu olhando aquela 'bela rabada' redondamente maravilhosa que carregava atrás. Antes de passar as compras virou-se e disse:" Omar está fora a semana toda. Foi com os amigos para Lima, Peru, ver a final da Libertadores. E ficou esperando um pouco a minha reação. "Raba com uma linguiça calabresa combina ?", perguntei bem perto do ouvido dela, o direito. Sorriu. Quando ela passou as compras e as pagou, a coragem se fez. " Passa o pacote de rabada que eu vou fazer e mando alguém entregar no seu apartamento amanhã", falou me olhando nos olhos, séria.... Passei primeiro a rabada. Ela se foi sorrindo e olhando para mim levando o carrinho até o carro dela. Notei até uma pequena mudança de postura no andar. Um trottoir...
Amigo corno. Já tenho idade suficiente para dizer o que acho bem próxima da verdade. Sexo anal, mulheres rabudas, como a sua, com a idade, adoram fazer ! Sexo anal é tão safado, tão 'proibido', tão pecaminoso que até homens gostam de dar, não é ? Eu e, acredito, você, somos os comedores. Nós também gostamos de ver a putaria. Um outro comedor comendo a esposa. Se te contar que até alguns filhos gostam de ver certas mães rabudas levando uns grossos e cabeçudos no rabo... E não do pai deles, não ! Tem sobrinho que enraba tia... Até irmã leva de irmão. Madrasta safada, nem preciso escrever, já escrevendo. Se levar na bunda começa cedo, quanto mais velha for a mulher mais ela necessita continuar dando. As que cuidam da bunda, já dão dica que são chegadas. Diria que a conta é assim. No começo, de dez mulheres, duas não dão por nada. Seis dão, sim, mas duas não gostam, duas fazem por sacanagem mesmo e duas gostam de dar e gozam de vez em quando. As que amam dar são especiais. Até pedem ! A conta muda quando mais velhas. Digamos, a partir dos cinquenta anos. Lobas. De dez, duas continuarão não dando o cuzinho. Oito darão e seis pedirão para meter nas suas bundas. Daí precisarem ter belas e ostentosas rabetas. A bunda da sua esposa é maravilhosa. Tomara continue do jeito que é pois escrevo do futuro. É um monumento à deusa Calipígia.
ResponderExcluirEstava nervoso. O celular tinha dela mas não queria deixar marcado nada. Nem ela ligava. Duas da tarde e nada. De repente, toca o interfone. " Dona Sueli está subindo, seu Bira ", disse o Arlindo, porteiro amigo que tento de todas as maneiras trata-lo com carinho mas me olha torto. Inveja. recebo muitas mulheres em casa. As pessoas não tem ideia de como um homem solteiro e cinquentão, indo prá cima, se sair para "caçar", direito, consegue de mulheres. Mulheres casadas, então... Quando abro a porta era a Suzanna, de cabelos de loiros e um baita óculos escuros no rosto. Ela, de manhã, fora ao cabeleireiro. "Ir até a casa de um homem que mora no mesmo prédio onde trabalho, não poderia vir morena. Na segunda eu volto lá e troco para morena de novo. Digo que não gostei... E ainda querendo dar duas rabadas pro macho...", disse segurando o meu pau. Juntou a fome com a vontade de ser comida. " O Omar não me penetra no rabo há mais de dois anos... sinto falta de um caralho no meu cú. Aquele dorzinha inicial, depois uma macho empurrando o pênis, rasgando. Depois, aquele entra e sai e a fome do comedor. Parece que na bunda os machos ficam mais maldosos, perversos... me dá muito tesão..."
ResponderExcluirhttps://www.vagabundasdoorkut.net/wp-content/uploads/2020/06/Coroa-gostosa-pelada-na-praia-1.jpg
Ela foi para o sofá, e, algo que nunca tinha visto, sem preliminares, se pôs de quatro e pediu:" fode o meu rabo, Bira ! Rasga o meu cú, seu filho da puta ! Feio do caralho grande"! Estava fumando, olhei aquele cuzão aberto, calcinha colocada de lado por ela mesma. Ela queria uma curra... "Espera aí que vai ser na moda antiga. Vaselina, piranha...". Na sala mesmo, numa cômoda, na gaveta de baixo, a faxineira deixa um monte de lustra móvel inclusive uma vaselina. Sólida. Velhos tempos. Ela, safada, sorriu ! Só o cheiro deixou o meu pau um ferro ! Passei no pau e fui.
https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcS2uuOc1D0GOfgyU2puvSnJNzCPFAa-qRh6CozC0r9u4fYOusYO
A penetração foi devagar e ela sentiu pedindo calma. Não queria ser calmo, não. Estava na seca há meses. Janaína fora a última a dar o rabo para mim. Uns 6 meses antes de ver metade do meu pau dentro daquela bunda maravilhosa da Suzana. Ela segurava o tronco impedindo de continuar a penetração." Tá com medo, vagabunda ? Uma pau grosso, veiúdo, de 22 centímetros. Deixa entrar todo que aí eu descanso dentro do seu cuzinho apertado para você curtir a vara. Acolhe o meu amiguinho, mulher...O meu amigo não alargou o túnel, não ? Deixa comigo...", dito isto, ela começou a soltar o monstro. Fui rasgando, apertado, muito apertado, mas aí que eu gosto. Todo dentro, cumpri a promessa. Parei. Fiquei pulsando dentro e ela começou a gemer como uma gata. " Que sensação boa... Tá doendo mas tô morrendo de tesão... Vai, Bira, meu macho". Comecei a socar fraco e fui aumentando a potência. Num momento, estava levando no rabo com força, meu cajado fazendo estrago. " Suzana, você é mulher para dupla penetração. Dois machos dentro de você. Serei teu cafetão ! Você é puta. Não sei como o Omar não viu isto...". Depois disso, ela gozou forte. Precisei tampar a boca dela. Senti, parado, a boceta dela pulsando. Aí quem não aguentou fui eu. Esporrei para caralho dentro daquele rabo
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi54Dd_3U9tQ-bJBDZiSK1zgUVFq8sC2WkMe0GwybCXb586e2LJj_k33Y4gwfpSQaWVHgDg7L4JcK_5vjoofe1GFWfKloZ9hlB3bCZbWZOcCmRqztPEgQTVn_SOvSJfkQqkfR4gLBmVPno/s1600/42++cor+sume+(7)_2000+w+1328.jpg
ResponderExcluirAinda deu para dar mais uma. Levei-a para a mesa da sala. Deitei-a lá. Abri as pernas dela e fodi só a boceta, de pé. Um mulherão.
Perguntei se queria na boca ou na boceta. Ela preferiu levar a vagina. Fomos almoçar e aí ela perguntou sobre o que tinha falado. Sobre ela ser mulher de dupla penetração. E se realmente eu queria cafetina-la. " Sim. E não. Foi no momento. Deixa-la mas excitada. Imaginar sendo comida por dois machos. Dois paus. Controle total seu. Um, você vendo o rosto dele. o outro atrás , metendo a pimenta no teu rabo. Pelo espelho, você veria tudo. Tua grande bunda indo e voltando comigo, feio e selvagem, te enrabando. Geralmente o outro fica mais parado. Você é que remexe encima dele sentido o mastro dele. Sentir dois caralhos roçando dentro de você... Que eu posso te dizer que mulher que topa DP não tem volta. No caso, mulheres como você. Poucas se traumatizam. Te cafetinar, repito, só sacanagem mesmo. Tenho grana. Vocês tem grana. Se quiser ser prostituta e eu cafetão, só se você tiver vontade da experiência. Eu sei onde encontrar um monte de macho que pagariam para te comer. Não seria aqui no Rio de Janeiro, não. " Mas teria outro jeito ? Como encontrar dois machos para me comerem...","... porra, Suzana. Se eu descer, agora, acho dois machos só tirando uma foto sua e mostrando para eles. Só subir aqui e eu fico só olhando. Quem sabe, após uma rabada deliciosa dessa, eu ainda encontro forças para dar de mamar para você enquanto a DP rola ! Só que não. Você tem responsabilidade. O Omar. Seus filhos e netos. Puta você é mas precisa continuar uma vovó gostosa. Só gostosa".
Aí surgiu um plano. Omar é um torcedor doente pelo time de coração. Viaja sempre para acompanhá-lo. Nestas vezes que ele viajar, acharia um lugar bacana, alugaria um lugar bacana. Quando Suzana estivesse disposta, seria o marido dela. Sim. Fantasias. Acharia, em cidades próximas, os comedores. Geralmente, rapazes. Achei dois em Cachoeira de Macacu. Armei com eles, sabendo que o Omar passaria sexta, sábado e a tarde de domingo em Curitiba. Sexta, pesquisei. Dois caipiras. Aluguei um carro para este final de semana. Sábado, a tardinha, levei Suzana. O Omar, quando com os amigos, ele não telefona. Sábado à noite, estavam eles na farra em Curitiba. Das 7 da noite de sábado até 4 da manhã de domingo, Suzana levou surras de picas ! Os rapazes fizeram um serviço completo ! Fome, muita fome. Insaciáveis ! Virou fêmea de verdade. Na terceira trepada cansaram. Aí eu fui lá e comi a Suzana. O 'corno' ficou com vontade. Estava descansando. Bebemos cachaça também. Abri as pernas dela e meti. Ela se segurou em mim. Safada! Tomou porra na cara para deixar de ser puta. Feliz estava. É isso, amigo corno. Que sua mulher tenha a felicidade que Suzana teve por anos. Pegue uns bem feios. Com pirocas grandes ! E, você, se for manso mesmo. Que aprecie as trepadas dela com outros machos. Ela, agora, está mais calma. Enjoou e quer ficar com a família. Está correta. Omar nunca soube graças a sua grande paixão futebolística. Suzana pede segredo e eu conto aqui, num lugar perdido da blogsfera.
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